terça-feira, 1 de abril de 2008

Especialistas estudam meios de produzir o biocombustível sem agredir diretamente as florestas

Por:Erika Renata

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O relatório da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico, e da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação divugou as perspectivas da agricultura mundial na próxima década, onde se pode verificar uma alta de preços para alguns produtos, com destaque para os cereais. Pois a crescente utilização de cereais, açúcar, oleaginosas e óleos vegetais para produzir substitutos para os combustíveis fósseis, isto é, etanol e biodiesel, levará a preços mais altos das culturas, afectando, por arrasto, a alimentação animal, o que se irá reflectir nos custos finais.

Destruir ecossistemas naturais, como a floresta Amazônica brasileira, para dar lugar a cultivos destinados à produção de biocombustíveis agrava o aquecimento global, gerando, por muitas décadas, mais dióxido de carbono, o principal gás causador do efeito estufa.
A introdução de novas tecnologias e o preço de petróleo são outras duas variáveis que também contribuem para que ainda persistam muitas incógnitas sobre o futuro deste novo mercado.
Os autores deste estudo ressaltam, no entanto, que alguns biocombustíveis não contribuem ao aquecimento global porque deixam intacto o meio ambiente.Eles citam os biocombustíveis obtidos a partir de dejetos agrícolas e florestais, como pedaços de madeira e como plantas herbáceas que são objeto de inúmeras pesquisas.

Dirigido
Especialistas estudam meios de produzir o biocombustível sem agredir diretamente as florestas

O relatório da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico, e da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação divugou as perspectivas da agricultura mundial na próxima década, onde se pode verificar uma alta de preços para alguns produtos, com destaque para os cereais. Pois a crescente utilização de cereais, açúcar, oleaginosas e óleos vegetais para produzir substitutos para os combustíveis fósseis, isto é, etanol e biodiesel, levará a preços mais altos das culturas, afectando, por arrasto, a alimentação animal, o que se irá reflectir nos custos finais.

Destruir ecossistemas naturais, como a floresta Amazônica brasileira, para dar lugar a cultivos destinados à produção de biocombustíveis agrava o aquecimento global, gerando, por muitas décadas, mais dióxido de carbono, o principal gás causador do efeito estufa.

A introdução de novas tecnologias e o preço de petróleo são outras duas variáveis que também contribuem para que ainda persistam muitas incógnitas sobre o futuro deste novo mercado.
Os autores deste estudo ressaltam, no entanto, que alguns biocombustíveis não contribuem ao aquecimento global porque deixam intacto o meio ambiente.Eles citam os biocombustíveis obtidos a partir de dejetos agrícolas e florestais, como pedaços de madeira e como plantas herbáceas que são objeto de inúmeras pesquisas.

Convocação
Convidamos os reporteres do Jornal NL para coletiva realizada no dia 31 de março de 2008, as 19:00hs, no auditório Nina Lins do Centro Universitário Nilton Lins, localizado na avenida Prof.Nilton Lins, Parque das Laranjeiras.

Pesquisadores e estudiosos da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico, e da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação divugarão as perspectivas da agricultura mundial na próxima década. E mostrarão análises do que se passou até agora, como a seca em alguns países produtores de cereais e a redução de excedentes devido à procura chinesa e à reforma da Política Agrícola Comum da União Europeia que explicam os recentes picos nos preços de algumas matérias-primas.

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