RELEASE PADRÃO
Por Lorena Brandão
Cientistas americanos divulgaram recentemente um estudo explicando que o forte aumento da demanda de etanol de milho nos Estados Unidos provoca a destruição da floresta Amazônica, uma vez que para atender a demanda do etanol os agricultores dos EUA pararam de alternar os cultivos de milho com os de soja.
Sendo assim, os brasileiros precisam produzir ainda mais a soja para atender às exigências dos países insatisfeitos, conseqüentemente as florestas virgens são atingidas. “Todos os biocombustíveis que utilizamos atualmente, promovem uma destruição da natureza, direta ou indiretamente” afirmou Joe Fargione, pesquisador da Nature Conservancy, organização privada de proteção ao meio ambiente.
Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram desmatados cerca de 7 mil quilômetros quadrados da floresta Amazônica nos últimos cinco meses. Este número, que representa um aumento significativo no ritmo do desflorestamento, foi atribuído pelas autoridades brasileiras, entre outros motivos, à disparada no cultivo da soja destinada a biocombustível em algumas regiões.
O estudo revela ainda que, a destruição de ecossistemas naturais como a floresta Amazônica para dar lugar a cultivos destinados à produção de biocombustível, agrava o aquecimento global gerando mais dióxido de carbono, principal gás causador do efeito estufa.
RELEASE DIRIGIDO
Por Lorena Brandão
Biocombustível gera desmatamento
Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram desmatados cerca de 7 mil quilômetros quadrados da floresta Amazônica nos últimos cinco meses. Este número, que representa um aumento significativo no ritmo do desflorestamento, foi atribuído pelas autoridades brasileiras, entre outros motivos, à disparada no cultivo da soja destinada a biocombustível em algumas regiões.
O estudo realizado pelo Inpe concluiu ainda que, os biocombustíveis resultantes da reciclagem de óleos usados podem ter um balanço ambiental bastante positivo, pois esses óleos poderiam ser poluentes ou ter um uso menos eficaz, entretanto, destruir florestas para dar lugar a cultivos destinados à produção de biocombustíveis, agrava consideravelmente o aquecimento global.
RELEASE CONVOCAÇÃO
Por Lorena Brandão
COLETIVA DE IMPRENSA
A Agência Nacional de Controle do Biocombustível (Ancbio) tem o prazer de convidá-lo a participar da Coletiva de Imprensa, na qual será divulgado o relatório sobre as perspectivas da agricultura mundial e sua influência no aquecimento global e na produção de biocombustível.
Entrevistado: João da Silva e Silva, Gerente Regional da Ancbio
Data: 26/03/2008
Hora: 10:00 hs
Local: Hotel Slass – Auditório Machado de Assis
Rua: Esperança nº 22 Centro
Jornalista Responsável: Lorena Brandão (celular: 9191-9191)
O relatório feito pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a agricultura e alimentação, afirma que a quantidade de oleaginosas usadas para biodiesel, deve aumentar dos atuais dez milhões de toneladas para 21 milhões dentro de dez anos. Com esse aumento sem controle, a produção de etanol e biodiesel tornam-se não viáveis economicamente e nem favoráveis ao meio ambiente, devido ao crescente desmatamento que ocasiona.
Para justificar o benefício do controle à produção de biocombustível, serão divulgados os balanços social e ambiental dessa produção.
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